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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Sistema Educacional nos EUA: como funciona

Se você está pensando em estudar nos EUA ou tem curiosidade em saber como funciona o seu sistema educacional, saiba que o seu sistema educacional não é tão diferente do Brasil, principalmente no ensino primário e secundário.
 

Ensino Primário e Secundário

A primeira etapa se chama Elementary School, na qual os alunos permanecem por cinco ou seis anos antes de chegar ao ensino secundário, que é dividido em Middle School e o High School. Esse nome se dá porque o período total de estudos básicos é de doze anos, então neste momento ele atinge o ponto máximo de séries que pode cursar.


No fim do High School o aluno ganha um certificado de conclusão (High School Diploma) e pode dar entrada no início do processo para ingresso ao ensino superior. Neste ponto, o sistema educacional ganha uma estrutura bem diferente do que vimos por aqui

 Ensino Superior

Undergraduate - Uma vez admitido, ele precisa cursar quatro anos para obter o título de bacharel. Nos dois primeiros tem a oportunidade de se inscrever em variadas disciplinas, a sua escolha, a fim de adquirir conhecimentos gerais, para então especificar seu campo de estudo de acordo com o seu ingresso. A obtenção deste diploma pode ser através de community college (cursos de 2 anos, que podem ser transferidos para uma universidade) ou direto na universidade.


Graduate Masters – Àqueles que desejam seguir carreira em posições de níveis mais altos é importante que frequentem o masters. Para ser aceito, submete-se a um exame interno chamado Graduate Record Examination, entretanto alguns cursos tem seus próprios exames. Dura no total de dois anos. Uma curiosidade: Direito e Medicina, por exemplo, são consideradas especializações, de forma que uma pessoa que queira seguir estas profissões obrigatoriamente precisa ser um mestre, após ter feito um bacharelado em outra área afim.

Graduate Doctorate ou PHD – O diploma do curso de mestrado não é exigência para o ingresso no curso de doutorado, porém é um importante caminho. Este ponto dos estudos compreende de três a seis anos, em que os dois primeiros têm foco em seminários e cursos, enquanto os seguintes na elaboração do trabalho de dissertação ou tese.

Certificate Programs – Entre o concomitante ao undergaduate e ao graduate, o aluno pode fazer cursos extras a fim de ter domínio sobre um tópico especifico dentro da área maior que estuda. Um exemplo: se o aluno pretende se diplomar em administração, ele pode juntar ao seu currículo um curso extra de especialização em contabilidade ou marketing ou comercio exterior.

Forma de ingresso

Ao contrário do Brasil, não existe uma prova que o interessado faça para a sua admissão. Após escolher a universidade e o curso que pretende, o candidato subordina seu histórico escolar, chamado de academic transcripts, nele estarão suas notas durante todo o percurso escolar. Entretanto, algumas universidades avaliam as notas dependendo da origem do candidato, se ele estudou em escolas de prestígio, que tem um currículo mais elaborado e rígido em comparação ao de high school normal, suas notas serão levadas mais em consideração.



Algumas universidades podem cobrar o envio de uma redação, com tema proposto ou livre. Se houver dúvidas ou necessidade, o requerente pode passar por uma entrevista com o coordenador ou professor do curso que está interessado.

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Prefere um curso superior?


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

EDUCAÇÃO NO REINO UNIDO: COMO FUNCIONA

Quando pensamos no Reino Unido, quase sempre pensamos na Inglaterra.  Porém, política e geograficamente, o local é muito mais que a terra do Beatles, do Monty Pithon e dos tabloides sensacionalistas. O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte reúne, além da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, uma divisão que extrapola milhares de anos de importantes questões culturais e geopolíticas, tanto ricas quanto diferentes.


Mas há muitas coisas em comum entre eles: a chefe de Estado é a Rainha Elizabeth II, há um governo central representado por um primeiro-ministro e um parlamento comum, que lida com questões mais abrangentes, como a economia. Outra importante coisa em comum entre os países componentes do Reino Unido é o sistema educacional, o 5º melhor do mundo em 2017 segundo o projeto The Learning Curve, da Person Internacional, e um dos mais procurados por pessoas do mundo inteiro.

É importante salientar que, assim como no Brasil, no Reino Unido também existem instituições de ensino públicas (state-funded) e particulares (independent). Além disso, o sistema educacional escocês se diferencia da educação do restante do Reino Unido, apesar de existir equivalência entre eles.

Os cidadãos britânicos são obrigados a frequentar a escola apenas a partir dos cinco anos de idade, mas antes disso, a partir dos três, já podem ingressar no Primary Education, o ensino primário, através do Early Years and Foundation Stage, uma espécie de educação infantil não obrigatória, onde as crianças iniciam o seu processo de alfabetização.


 Primário e Secundário

A partir dos cinco anos começa a parte principal – e obrigatória – da educação, na Primary Education: o Key Stage 1 (year 1 e 2), que corresponde ao 1º e 2º ano do Ensino Fundamental 1 brasileiro, e o Key Stage 2 (Year 3 ao 6), que é equivalente ao período entre o terceiro ao sexto ano.

Depois disso, temos a Secondary School, que começa a partir dos 11 anos e equivale ao Ensino Fundamental 2 até o Ensino Médio. A Secondary School também é divida em Key Stage 3 (dos 11 aos 14 anos – Year 7 e 8) com disciplinas comuns a todos e o Key Stage 4 (dos 14 aos 16 anos – Year 9 e 10) com diversas disciplinas eletivas. Por fim, é realizado o exame final, chamado GCSE (General Certificate of Secondary Education) que avalia o desempenho do estudante e a aptidão geral. E assim é encerrado o ciclo obrigatório na educação britânica.

Quem desejar continuar os estudos pode cursar a Further Education, que capacita os estudantes em Vocational Qualifications, um tipo de ensino profissional prático, como uma escola técnica, ou a Academic Qualifications, que prepara o estudante para o ingresso em uma universidade, um ciclo de dois anos seguido por uma prova (A-level), que funciona como um cursinho preparatório para a universidade. Esses dois últimos anos (Year 11 e 12) são feitos somente em Sixth Forms College.

Curso Superior

A próxima etapa educacional é o Higher Education, que inclui cursos de graduação, pós graduação e MBA, além, é claro, de cursos de Mestrado e Doutorado, com uma estrutura bem similar à Educação Superior Brasileira. O Reino Unido tem três faculdades entre as dez melhores do mundo – Oxford, Cambridge e Imperial College London – e por isso essa é a etapa mais concorrida do sistema educacional, principalmente para estrangeiros.


O acesso a estes cursos é feito a partir de uma candidatura junto ao University and College Admissions Service UCAS), e inclui o histórico escolar, cartas de recomendação, documentação e uma carta de apresentação. Para estrangeiros é importante atentar para a regularização do Visto e exame de proficiência em língua inglesa.

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Entenda o sistema Educacional no Canadá

Na última década o Canadá se tornou uma das referências mundiais quando o assunto é educação. Mas o que é diferente por lá comprado ao Brasil? E principalmente, como funciona o sistema educacional Canadense?


Elementary e High School

O ensino começa no Kindergarten (o nosso Jardim de Infância), que ajuda a desenvolver o potencial infantil até os 6 anos de idade. Mas é a partir dos 6 anos que todas as crianças são obrigadas a frequentarem a escola (em províncias como Quebec, a partir dos 5 anos). Essa é uma obrigatoriedade até que eles completem 18 anos de idade, ou completem a educação secundária.


 Dos 6 aos 14 anos, as crianças cursam o Elemantary School, que no Brasil chamamos de Ensino Fundamental, cujas séries - chamadas de Grades - vão de 1 a 8. Durante esses oito anos, os alunos têm no currículo escolar fundamentos básicos de matemática e linguagem, além de introdução às ciências e artes.

A partir de então, do Grade 9 ao Grade 12, os adolescentes cursam o High School (famoso no cinema em filmes adolescentes), o equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Durante este período escolar os estudantes são incentivados a buscarem áreas de seus interesses, como uma preparação para o ensino superior.

Sistema de avaliação

A avaliação dos alunos começa na Elementary School, entretanto é a partir dos anos de High School que os estudantes começam a se preparar para a entrada nas universidades canadenses ou nas outras formas de ensino continuado (que falaremos em breve).

A seleção para as universidades é feita de forma diferente do Brasil. No Canadá, pega-se a média das notas dos últimos dois anos de High School e essa média é levada em consideração para que os alunos consigam bolsas de estudos ou, no caso de algumas instituições, até mesmo para sejam admitidos nos cursos. Essa média leva em consideração a aptidão da área desejada. Um estudante que quiser seguir a carreira na engenharia, por exemplo, deve ter boas notas em matérias como Matemática e Física.


Caso o aluno não consiga as notas esperadas para entrar em um curso superior de sua preferência (ou na instituição de sua preferência), é possível fazer um curso que melhore a média das notas da High School.

Ensino Superior é público?

No Canadá, a universidade não é 100% gratuita, mas também não é totalmente privada como se pensa. Na verdade, boa parte do ensino superior é subsidiado entre o Governo Federal e as Províncias (que seria mais ou menos o “governo estadual”). Isso torna os custos educacionais para os alunos muito mais em conta que o país vizinho, Estados Unidos.

Aos estudantes canadenses, fica a responsabilidade de pagar cerca de 17,8% do custo do curso escolhido, chamado de tuition – uma espécie de taxa paga na inscrição e durante todo semestre letivo.

Esse valor, entretanto, pode ser menor de acordo com a província. O certo, é que cidadãos canadenses pagam bem menos que os alunos estrangeiros que não possuem cidadania.

Quais tipos de ensino superior existem?

As Universities não são as únicas possibilidades para quem quer continuar os estudos após o high school. Os Colleges se assemelham aos cursos técnicos do Brasil. São cursos em geral mais rápidos e voltados para a prática, feitos para quem quer entrar mais rapidamente no mercado de trabalho. Já a University é voltada para os cursos mais teóricos, voltados para a pesquisa.


Dentre essas duas opções, é possível ter os seguintes diplomas ou programs: “Certificate”, que é mais curto, com até um ano de duração; “Diploma”, que varia entre dois a três anos de duração; e o “Degree”, que são os cursos de quatro anos, semelhantes ao bacharelado das faculdades do Brasil.

“Graduate Certificate” é uma espécie de pós-graduação. Para entrar, nesse curso é preciso antes ter feito algum tipo de curso anteriormente (geralmente um Degree, na mesma área de atuação).

O Masters e o Doctorate são os cursos de mestrado e doutorado, respectivamente. São voltados para pessoas que já passaram por uma universidade e querem continuar na área da pesquisa.

Undergraduate e Graduate

Não confunda: Undergraduate refere-se aos cursos de Degree, como se fossem os bacharelados e licenciaturas no Brasil. Os Graduate Certificates referem-se ao passo acima desse, para pessoas que já possuem algum tipo de graduação anterior.

Requisitos para entrar nas universidades

Para estrangeiros, os requisitos para entrar em um ensino superior no Canadá dependem do tipo de ensino escolhido. De qualquer forma é preciso comprovar a escolaridade (ensino médio para undergraduate certificate e de faculdade para graduate certificates, etc.). Além disso, é necessário comprovar proficiência na língua, através de provas como TOEFL e IELTS. Paralelo a isso, é preciso conseguir o visto de estudante e pagar a taxa de tuition, que deve ser feita com pelo menos seis meses de antecedência ao início do curso.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Itália: dicas de turismo, gastronomia e cultura em Roma, Milão e Florença

A Itália é referência em arte, cultura e história ocidental. Também é famosa pela sua culinária, pela sonoridade da língua italiana e pelos destinos turísticos que encantam milhões de estrangeiros todos os anos.

Dizem que “todos os caminhos levam a Roma” e se chegou a sua vez de desbravar esse país, nós vamos ajudar com dicas exclusivas de passeios nos principais destinos. Prepare o roteiro e aproveite o melhor que Roma, Milão e Florença têm para oferecer.

La Capitale: Roma

Capital da Itália e também do antigo Império Romano, a cidade de quase 3 milhões de habitantes é um verdadeiro museu a céu aberto. Por isso, a melhor forma de desbravá-la é a pé.

Quem chega pela primeira vez não pode deixar de conhecer os pontos turísticos mais famosos, como o Coliseu, a Fontana di Trevi e o Vaticano, que é o menor país independente do mundo e centro da Igreja Católica Romana.

Outros nomes para lembrar são Pantheon, Piazza del Campidoglio, Santa Maria d’Aracoeli, Piazza Navona, Piazza di Spagna e um passeio sem pressa pela região de Trastevere e Isola Tiberina.


A vida noturna romana também é agitada e boêmia. Além da boa gastronomia e dos milhares de restaurantes espalhados na cidade, as praças são os lugares preferidos dos romanos para socializar. E quem gosta de animação, há baladas todos os dias da semana, principalmente no centro, Trastevere e Campo de' Fiori.

A cosmopolita Milão

Milão é a ilustre capital da moda. Mas não é somente de tendências fashion que a cidade é feita: é também uma das mais cosmopolitas da Itália. Afinal, além de centro financeiro e comercial do país, ainda é referência em arquitetura, design, história e arte.

Com um ritmo acelerado, semelhante ao de Nova York, a capital da Lombardia oferece dezenas de passeios aos turistas. Não dá pra deixar de conhecer a igreja gótica Duomo e seguir para a Galeria Vittorio Emanuelle, que além da bela estrutura arquitetônica reúne ótimos cafés e lojas de grife.


Quem gosta de ópera pode assistir apresentações no Teatro Scala ou ao menos fazer um passeio guiado pelo prédio. Além disso, ninguém pode deixar a cidade sem apreciar a “Santa Ceia”, de Leonardo da Vinci, e caminhar pelo Quadrilátero da Moda, que abriga as maiores marcas e vitrines de luxo do mundo.
Depois de um dia de passeios e visitações, é possível esticar a programação as dezenas de bares e baladas em Isolda e Navigli. Principalmente no verão, as ruas ficam cheias de jovens de toda a Europa e repletas de muita animação.

Florença: patrimônio renascentista

Uma joia de inestimável valor histórico e cultural, o município de Florença é a capital da idílica região da Toscana. É a cidade natal de Dante Alighieri, da Divina Comédia, e da famosa família Médici. Entre suas construções originais e ruelas antigas também estão obras de artistas como Leonardo da Vinci, Sandro Botticelli e Michelangelo.

Firenze, como é chamada pelos italianos, tem uma lista de pontos turísticos imperdíveis, como a Ponte Velha, o Palácio Velho (Palazzo Vecchio), o Mercado Novo, a Duomo o Battistero di San Giovanni, a catedral Santa Maria del Fiore, a Basília Santa Maria Novella, a Piazza della Signoria e a Galleria degli Uffizi.


 A melhor forma de sentir o espírito dessa cidade é caminhando e se perdendo pelas pequenas vias e atalhos. Em poucos passos, você irá se deparar com maravilhosas surpresas.

Além disso, a vida noturna se divide entre as atrações de gastronomia e bares ao ar livre e algumas baladas espalhadas pelo centro histórico e pelos bairros fora da cidade antiga. Há ainda muitos teatros e óperas ao ar livre e passeios noturnos de barco. Ou seja: só vai dormir cedo quem quer.


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