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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Horários, passeio e valores: veja o que mudou em Machu Picchu.

Governo peruano estabeleceu novas regras em Machu Picchu. Conheça-as.

Quem mora na América do Sul sabe: poucos lugares são tão belos e enigmáticos quanto a cidade abandonada de Machu Picchu, no Peru. Berço do Império Inca, este local faz inúmeros historiadores e antropólogos quebrarem a cabeça para entender o que realmente se sucedeu ali. Independentemente disto, o local que está localizado a 2,4 mil metros de altitude, em cima de uma montanha, atrai milhares de turistas de todo o mundo durante todos os anos. Contudo, a administração local – o Ministério da Cultura do Peru – alterou algumas regras de visitação a Machu Picchu.


Mudanças buscam preservar o local

As novas leis tiveram início em 1º de julho deste ano e vão até o final de dezembro. O principal objetivo do Ministério peruano foi diminuir ao máximo o impacto que o turismo traz para o local, principalmente na questão da preservação do patrimônio cultural. Com as novas leis, os turnos de turismo alteraram os horários de visitação. Pelo período da manhã é possível visitar as ruínas de 6 h ao meio-dia local e, na sequência, do meio-dia às 17h30, com antecipação por parte dos turistas na escolha de um dos turnos.

Ou seja: passar o dia inteiro em Machu Picchu requer dois tíquetes e não apenas um, como nas regras anteriores. O número máximo de pessoas também foi estabelecido: são 3.267 no turno da manhã e 2.673 após o meio-dia, não sendo possível mais que 5.940 pessoas por dia no local turístico. Por fim, o limite de permanência na cidade pré-colombiana varia entre quatro a sete horas.

Outras mudanças

O que também impactou diretamente o turismo no local é a obrigatoriedade de guias turísticos. Assim, nenhum turista poderá conhecer o local sem o acompanhamento de um profissional habilitado. Os únicos locais que não necessitarão dos guias são as montanhas ao redor do parque, como a formação rochosa de Huayna Picchu. Dentro da cidade abandonada, os grupos guiados pelo profissional deverão conter, no máximo, 20 pessoas.


Foram apresentados três circuitos para os visitantes, cada um com sua especificidade. O primeiro contorna todo o local, sendo o mais abrangente dos três. Já no segundo, é possível visitar o local onde se estabeleceu esta cidade pré-colombiana. Fechando a lista, o circuito três é feito sob medida para pessoas com dificuldades em andar e subir até o local, minimizando os efeitos que o ar rarefeito causa no organismo de muitos turistas.

Há ainda os itens proibidos – alguns foram mantidos. Mochilas e bolsas com tamanho superior ao determinado pelo Ministério não entram no parque, assim como comidas e bebidas. Até mesmo sapatos com determinados solados e tamancos com salto estão proibidos durante a visitação. Antes de entrar em Machu Picchu, confira o guia e veja se há itens que impedem a entrada do turista no local, evitando futuros contratempos.


Por fim, os ingressos podem ser comprados pela internet ou em lugares específicos na cidade de Cuzco, por cerca de R$ 150 na cotação atual do Real, com mil ingressos promocionais diários que custam em torno de R$ 100. Para visitar as montanhas que rodeiam Machu Picchu, o valor é um pouco mais alto: R$ 200. Por isso, conhecendo as mudanças, programe-se bem e conheça (ou reveja) uma das mais espetaculares civilizações do nosso continente.


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