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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Países e cidades baratas para fazer intercâmbio



Em época de dólar mais alto, quem quer fazer um intercâmbio pode ter que adaptar os planos para a experiência caber no bolso. Mas isso não precisa ser um problema: existem diversos destinos tradicionais que saem bem mais em conta e que vão encantar os intercambistas com sua história e povo.

São cidades e países que têm ótima estrutura, opções de turismo local e bons cursos de idioma, sejam de inglês ou de espanhol, para você ter uma experiência completa e imersiva sem ter dores de cabeça pelo caminho e sem gastar muito.
Confira alguns dos principais destinos baratos para fazer intercâmbio e viver uma experiência única:

1. Auckland, Nova Zelândia
 Maior cidade do país, com mais de um milhão de habitantes, recebe estudantes de dezenas de nacionalidades. Isso significa que você vai ter que mergulhar no inglês para poder se comunicar, sem se fechar em grupos de intercambistas que falam português. A cidade tem ótima infraestrutura e tem uma das moedas mais baratas na comparação com outras nações de língua inglesa – o dólar neozelandês -, além de ser bastante estável. Brasileiros com visto de estudante podem trabalhar até 20 horas semanais, carga que pode ser dobrada durante o período de férias. O custo de vida nesse país é mais barato e você pode fazer passeios de menos de uma hora para conhecer várias cidades, vilarejos, praias, vulcões, esquiar e muito mais.


2. Cidade do Cabo, África do Sul
Uma das capitais da África do Sul, a Cidade do Cabo é a segunda mais populosa do país e abriga uma diversidade de culturas, cores e sabores. Tem ótima infraestrutura, vida agitada, belas paisagens naturais, trilhas, restaurantes e bares, além de excelentes cursos de inglês reconhecidos. Como a moeda local é bem desvalorizada em relação ao real, o custo de vida é bastante baixo, garantindo uma das opções com menor investimento financeiro. O país foi colonizado por ingleses, por isso é uma ótima chance para estudar a língua.
  
3. Toronto e Vancouver, Canadá
A combinação de segurança, boa infraestrutura, ótimas escolas de idiomas e a possibilidade de trabalhar fazem o Canadá um dos destinos mais procurados por intercambistas. Outro fator positivo é que, em comparação com o dólar americano, o dólar canadense sai muito mais em conta. Com temperaturas mais amenas, Vancouver é ótima para quem gosta de natureza. Já Toronto tem amplitude térmica maior, podendo ter temperaturas negativas, mas é ideal para quem procura cidades cosmopolitas.


 4. Córdoba, Argentina
Além do baixo custo de vida e da valorização do real diante do peso argentino, há ainda as vantagens de não precisar usar passaporte, a proximidade com o Brasil e a maior facilidade para se adaptar à cultura e ao clima. Os argentinos também são bastante receptivos. Segunda maior cidade do país, Córdoba concentra uma economia desenvolvida e diversidade cultural, com belas paisagens e lugares históricos. Ótima alternativa para quem quer aprender ou melhorar o espanhol.



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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Nova Zelândia



A Nova Zelândia é conhecida por ser um destino dos sonhos para quem tem sede de aventura. Com suas paisagens e belezas naturais de tirar o fôlego, a Nova Zelândia é formada por ilhas e reserva inúmeras surpresas maravilhosas para seus visitantes. Além dos estereótipos, o país, que fica na Oceania, também é reconhecido pela excelente qualidade de vida que oferece a seus moradores, com um excelente IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e altos índices de adultos alfabetizados e expectativa de vida. Tem também uma das melhores educações públicas do mundo. E aí, que tal conhecer a Nova Zelândia e descobrir o que ela reserva para você?

 
O que fazer em Auckland

Auckland é um destino muito badalado e charmoso, geralmente escolhido por jovens por ser a maior cidade da Nova Zelândia, concentrando pouco mais de 30% de toda a população do país, além de estar na lista das cidades mais ricas do mundo.


Após toda essa descrição, nem é preciso dizer que Auckland concentra muitas atividades culturais e de lazer para os turistas. Um dos mais famosos é a Sky Tower, uma torre construída para fins de comunicação que tem mais de 320 metros de altura. Lá em cima, é possível ter uma vista incrível, é possível fazer uma refeição deliciosa no Orbit 360º, um restaurante giratório incrível. O topo da torre também oferece duas experiências de esportes radicais: o SkyJump, uma espécie de bungee jumping do lado externo da Sky Tower, e o SkyWalk, uma caminhada inacreditável também pelo lado de fora.

Como nem só de concreto são feitos os centros urbanos da Nova Zelândia, Auckland também oferece uma gama de mais de 50 vulcões incríveis que não estão mais em atividade. Tire um tempo para visitar o Mount Eden, mais famoso deles, e o Rangitoto, que fica no litoral da cidade e oferece a possibilidade de uma trilha até o topo do vulcão.

O que fazer em Wellington

Pouca gente sabe, mas Wellington é a capital da Nova Zelândia. A cidade vale sua atenção por ser uma das capitais mais bonitas do mundo, com direito a muito verde e uma vista privilegiada do Monte Rimutaka, uma cordilheira que cerca Wellington. Com muitas atrações culturais, Wellington é a casa do maior museu da Nova Zelândia, o Te Papa Tongarewa, que conta com imponentes 6 andares e um acervo que garante um panorama completo da cultura e história do país.


Outra parada obrigatória para os visitantes é a Cuba Street, onde ficam os cafés, pubs e restaurantes mais descolados da cidade. Não deixe também de apreciar a arte de rua por ali, como os painéis de grafite, esculturas e shows de bandas de vários estilos.

O que fazer em Rotoroa

A Ilha Rotoroa é uma das mais notórias da Nova Zelândia devido a suas belezas naturais, trilhas e prédios históricos. Para chegar lá, é preciso pegar uma balsa em Auckland. Para quem gosta de aventura, atrações não faltam! Aproveite sua passagem por Rotoroa para conhecer os parques de arvorismo, fazer um passeio a cavalo pela areia e um tour guiado com lanchas, oferecido por nativos da região. Uma parada obrigatória é o Museu de Rotoroa, que conta um pouco da história da ilha. Se estiver de passagem, não deixe de comer na Batch Winery, que oferece um vinho incrível e comidinhas deliciosas com uma vista maravilhosa para boa parte da ilha.


O que fazer em Queenstown

Queenstown é um dos lugares mais bonitos e exuberantes da Nova Zelândia, a beira de um lago e cercada por montanhas, além de ser conhecida pelos diversos pontos para praticar esportes radicais, especialmente Bungee Jumping. Quem visita a Nova Zelândia buscando mais proximidade com a natureza precisa visitar o belíssimo Lago Wakatipu e o Queenstown Garden. Para quem gosta de cinema, vale apostar no tour Senhor dos Anéis, oferecido na cidade, que passa pelas locações da cidade que foram utilizadas nos filmes da saga. 


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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Países que exigem vistos para Brasileiros




Você já deve ter ouvido falar que para entrar em determinados países é preciso conseguir um visto. O visto é um documento que o país de destino emite para dar a um indivíduo permissão de adentrar no país e realizar determinadas atividades por um período específico de tempo. Essa autorização de viagem é emitida pelo consulado do próprio país no Brasil.


Existem diversos tipos de vistos:

             de turista;
             de negócios;
             de trânsito;
             de estudante;
             de jornalista
             de noivo (a);
             diplomático.
Entre outros...

Entrar sem essa permissão em um país ou praticar atividades que não estão entre as permitidas pelo documento – por exemplo, usar visto de turista para trabalhar – faz com que a pessoa seja considerada um imigrante ilegal e corra o risco de ser deportada. Por isso, fique bem atento a esses detalhes antes de viajar.

Exigência do visto de turista

Mas será que todos os países exigem visto dos brasileiros? A resposta, felizmente, é não! Isso porque muitos países têm acordos bilaterais com o Brasil, liberando a nossa entrada no caso de viagens a lazer, sem a possibilidade de fazer negócios, ou seja, para fins de turismo. E a lista de nações que nos recebem sem pedir visto de turismo é grande, são mais de 100 países, incluindo a União Europeia e quase todos os países da América do Sul.

Por outro lado, ainda há essa exigência por parte de muitos países que são destino certo dos brasileiros, sendo o principal deles os Estados Unidos. Se o seu país de destino exige o visto, fique muito atento quanto aos documentos necessários e, se possível, o providencie com bastante antecedência, pois pode haver uma longa espera para obter o visto de alguns países.

Lembre-se: a isenção do visto para alguns países vale apenas para o visto de turista. Para a maioria dos países ele dura 90 dias, mas pode chegar a até 180 dias em alguns destinos.

Quais são os países que exigem visto de turismo para brasileiros e quais não exigem?

Destino de muitos brasileiros, quase toda a Europa não exige o visto para nossos turistas. Dos cerca de 50 países europeus, 43 não requerem o documento, incluindo os países da União Europeia. Alguns desses destinos são: Itália, Reino Unido, Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha, França e Alemanha.
 

Na América do Sul é preciso de visto apenas para entrar na Guiana Francesa. E, nos 9 países do Mercosul, entre eles Chile, Peru, Argentina e Paraguai, nós brasileiros não precisamos de passaporte para entrar, basta mostrar a identidade! O Canadá é outro destino das Américas que recebe os brasileiros sem visto (mas é preciso uma autorização eletrônica de viagem, o ETA), assim como o México (checar condições). Já os Estados Unidos obriga os brasileiros a obterem visto e o processo burocrático, com exigência de entrevista pessoal.

Alguns outros destinos que não exigem visto para brasileiros são: Rússia, África do Sul, Croácia, Turquia, Vaticano, Coréia do Sul, Áustria e Indonésia. Enquanto outros destinos muito procurados como Japão, China, Índia, Austrália, Emirados Árabes, Cuba e Indonésia estão na lista das nações que exigem visto dos brasileiros.

Exigência do visto de estudante

Já o visto para estudos é diferente. Para a grande maioria dos países, o brasileiro precisa solicitar um visto de estudante especifico, mesmo que para turismo ele tenha isenção, como é o caso dos países da Europa e da América do Sul ou o caso do Canadá que para turista ele pode pedir o ETA.


 Existem, porem, algumas exceções como o Reino que permite o brasileiro estudar ate 6 meses com um visto de visitante-estudante que é obtido na entrada do pais (sem a necessidade de solicitar o visto no Brasil) e a Nova Zelândia, que permite estudar ate 3 meses com o visto de turista (que também não precisar ser solicitado no Brasil e recebe na entrada).

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