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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Sistema Educacional nos EUA: como funciona

Se você está pensando em estudar nos EUA ou tem curiosidade em saber como funciona o seu sistema educacional, saiba que o seu sistema educacional não é tão diferente do Brasil, principalmente no ensino primário e secundário.
 

Ensino Primário e Secundário

A primeira etapa se chama Elementary School, na qual os alunos permanecem por cinco ou seis anos antes de chegar ao ensino secundário, que é dividido em Middle School e o High School. Esse nome se dá porque o período total de estudos básicos é de doze anos, então neste momento ele atinge o ponto máximo de séries que pode cursar.


No fim do High School o aluno ganha um certificado de conclusão (High School Diploma) e pode dar entrada no início do processo para ingresso ao ensino superior. Neste ponto, o sistema educacional ganha uma estrutura bem diferente do que vimos por aqui

 Ensino Superior

Undergraduate - Uma vez admitido, ele precisa cursar quatro anos para obter o título de bacharel. Nos dois primeiros tem a oportunidade de se inscrever em variadas disciplinas, a sua escolha, a fim de adquirir conhecimentos gerais, para então especificar seu campo de estudo de acordo com o seu ingresso. A obtenção deste diploma pode ser através de community college (cursos de 2 anos, que podem ser transferidos para uma universidade) ou direto na universidade.


Graduate Masters – Àqueles que desejam seguir carreira em posições de níveis mais altos é importante que frequentem o masters. Para ser aceito, submete-se a um exame interno chamado Graduate Record Examination, entretanto alguns cursos tem seus próprios exames. Dura no total de dois anos. Uma curiosidade: Direito e Medicina, por exemplo, são consideradas especializações, de forma que uma pessoa que queira seguir estas profissões obrigatoriamente precisa ser um mestre, após ter feito um bacharelado em outra área afim.

Graduate Doctorate ou PHD – O diploma do curso de mestrado não é exigência para o ingresso no curso de doutorado, porém é um importante caminho. Este ponto dos estudos compreende de três a seis anos, em que os dois primeiros têm foco em seminários e cursos, enquanto os seguintes na elaboração do trabalho de dissertação ou tese.

Certificate Programs – Entre o concomitante ao undergaduate e ao graduate, o aluno pode fazer cursos extras a fim de ter domínio sobre um tópico especifico dentro da área maior que estuda. Um exemplo: se o aluno pretende se diplomar em administração, ele pode juntar ao seu currículo um curso extra de especialização em contabilidade ou marketing ou comercio exterior.

Forma de ingresso

Ao contrário do Brasil, não existe uma prova que o interessado faça para a sua admissão. Após escolher a universidade e o curso que pretende, o candidato subordina seu histórico escolar, chamado de academic transcripts, nele estarão suas notas durante todo o percurso escolar. Entretanto, algumas universidades avaliam as notas dependendo da origem do candidato, se ele estudou em escolas de prestígio, que tem um currículo mais elaborado e rígido em comparação ao de high school normal, suas notas serão levadas mais em consideração.



Algumas universidades podem cobrar o envio de uma redação, com tema proposto ou livre. Se houver dúvidas ou necessidade, o requerente pode passar por uma entrevista com o coordenador ou professor do curso que está interessado.

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Prefere um curso superior?


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

EDUCAÇÃO NO REINO UNIDO: COMO FUNCIONA

Quando pensamos no Reino Unido, quase sempre pensamos na Inglaterra.  Porém, política e geograficamente, o local é muito mais que a terra do Beatles, do Monty Pithon e dos tabloides sensacionalistas. O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte reúne, além da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, uma divisão que extrapola milhares de anos de importantes questões culturais e geopolíticas, tanto ricas quanto diferentes.


Mas há muitas coisas em comum entre eles: a chefe de Estado é a Rainha Elizabeth II, há um governo central representado por um primeiro-ministro e um parlamento comum, que lida com questões mais abrangentes, como a economia. Outra importante coisa em comum entre os países componentes do Reino Unido é o sistema educacional, o 5º melhor do mundo em 2017 segundo o projeto The Learning Curve, da Person Internacional, e um dos mais procurados por pessoas do mundo inteiro.

É importante salientar que, assim como no Brasil, no Reino Unido também existem instituições de ensino públicas (state-funded) e particulares (independent). Além disso, o sistema educacional escocês se diferencia da educação do restante do Reino Unido, apesar de existir equivalência entre eles.

Os cidadãos britânicos são obrigados a frequentar a escola apenas a partir dos cinco anos de idade, mas antes disso, a partir dos três, já podem ingressar no Primary Education, o ensino primário, através do Early Years and Foundation Stage, uma espécie de educação infantil não obrigatória, onde as crianças iniciam o seu processo de alfabetização.


 Primário e Secundário

A partir dos cinco anos começa a parte principal – e obrigatória – da educação, na Primary Education: o Key Stage 1 (year 1 e 2), que corresponde ao 1º e 2º ano do Ensino Fundamental 1 brasileiro, e o Key Stage 2 (Year 3 ao 6), que é equivalente ao período entre o terceiro ao sexto ano.

Depois disso, temos a Secondary School, que começa a partir dos 11 anos e equivale ao Ensino Fundamental 2 até o Ensino Médio. A Secondary School também é divida em Key Stage 3 (dos 11 aos 14 anos – Year 7 e 8) com disciplinas comuns a todos e o Key Stage 4 (dos 14 aos 16 anos – Year 9 e 10) com diversas disciplinas eletivas. Por fim, é realizado o exame final, chamado GCSE (General Certificate of Secondary Education) que avalia o desempenho do estudante e a aptidão geral. E assim é encerrado o ciclo obrigatório na educação britânica.

Quem desejar continuar os estudos pode cursar a Further Education, que capacita os estudantes em Vocational Qualifications, um tipo de ensino profissional prático, como uma escola técnica, ou a Academic Qualifications, que prepara o estudante para o ingresso em uma universidade, um ciclo de dois anos seguido por uma prova (A-level), que funciona como um cursinho preparatório para a universidade. Esses dois últimos anos (Year 11 e 12) são feitos somente em Sixth Forms College.

Curso Superior

A próxima etapa educacional é o Higher Education, que inclui cursos de graduação, pós graduação e MBA, além, é claro, de cursos de Mestrado e Doutorado, com uma estrutura bem similar à Educação Superior Brasileira. O Reino Unido tem três faculdades entre as dez melhores do mundo – Oxford, Cambridge e Imperial College London – e por isso essa é a etapa mais concorrida do sistema educacional, principalmente para estrangeiros.


O acesso a estes cursos é feito a partir de uma candidatura junto ao University and College Admissions Service UCAS), e inclui o histórico escolar, cartas de recomendação, documentação e uma carta de apresentação. Para estrangeiros é importante atentar para a regularização do Visto e exame de proficiência em língua inglesa.

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Entenda o sistema Educacional no Canadá

Na última década o Canadá se tornou uma das referências mundiais quando o assunto é educação. Mas o que é diferente por lá comprado ao Brasil? E principalmente, como funciona o sistema educacional Canadense?


Elementary e High School

O ensino começa no Kindergarten (o nosso Jardim de Infância), que ajuda a desenvolver o potencial infantil até os 6 anos de idade. Mas é a partir dos 6 anos que todas as crianças são obrigadas a frequentarem a escola (em províncias como Quebec, a partir dos 5 anos). Essa é uma obrigatoriedade até que eles completem 18 anos de idade, ou completem a educação secundária.


 Dos 6 aos 14 anos, as crianças cursam o Elemantary School, que no Brasil chamamos de Ensino Fundamental, cujas séries - chamadas de Grades - vão de 1 a 8. Durante esses oito anos, os alunos têm no currículo escolar fundamentos básicos de matemática e linguagem, além de introdução às ciências e artes.

A partir de então, do Grade 9 ao Grade 12, os adolescentes cursam o High School (famoso no cinema em filmes adolescentes), o equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Durante este período escolar os estudantes são incentivados a buscarem áreas de seus interesses, como uma preparação para o ensino superior.

Sistema de avaliação

A avaliação dos alunos começa na Elementary School, entretanto é a partir dos anos de High School que os estudantes começam a se preparar para a entrada nas universidades canadenses ou nas outras formas de ensino continuado (que falaremos em breve).

A seleção para as universidades é feita de forma diferente do Brasil. No Canadá, pega-se a média das notas dos últimos dois anos de High School e essa média é levada em consideração para que os alunos consigam bolsas de estudos ou, no caso de algumas instituições, até mesmo para sejam admitidos nos cursos. Essa média leva em consideração a aptidão da área desejada. Um estudante que quiser seguir a carreira na engenharia, por exemplo, deve ter boas notas em matérias como Matemática e Física.


Caso o aluno não consiga as notas esperadas para entrar em um curso superior de sua preferência (ou na instituição de sua preferência), é possível fazer um curso que melhore a média das notas da High School.

Ensino Superior é público?

No Canadá, a universidade não é 100% gratuita, mas também não é totalmente privada como se pensa. Na verdade, boa parte do ensino superior é subsidiado entre o Governo Federal e as Províncias (que seria mais ou menos o “governo estadual”). Isso torna os custos educacionais para os alunos muito mais em conta que o país vizinho, Estados Unidos.

Aos estudantes canadenses, fica a responsabilidade de pagar cerca de 17,8% do custo do curso escolhido, chamado de tuition – uma espécie de taxa paga na inscrição e durante todo semestre letivo.

Esse valor, entretanto, pode ser menor de acordo com a província. O certo, é que cidadãos canadenses pagam bem menos que os alunos estrangeiros que não possuem cidadania.

Quais tipos de ensino superior existem?

As Universities não são as únicas possibilidades para quem quer continuar os estudos após o high school. Os Colleges se assemelham aos cursos técnicos do Brasil. São cursos em geral mais rápidos e voltados para a prática, feitos para quem quer entrar mais rapidamente no mercado de trabalho. Já a University é voltada para os cursos mais teóricos, voltados para a pesquisa.


Dentre essas duas opções, é possível ter os seguintes diplomas ou programs: “Certificate”, que é mais curto, com até um ano de duração; “Diploma”, que varia entre dois a três anos de duração; e o “Degree”, que são os cursos de quatro anos, semelhantes ao bacharelado das faculdades do Brasil.

“Graduate Certificate” é uma espécie de pós-graduação. Para entrar, nesse curso é preciso antes ter feito algum tipo de curso anteriormente (geralmente um Degree, na mesma área de atuação).

O Masters e o Doctorate são os cursos de mestrado e doutorado, respectivamente. São voltados para pessoas que já passaram por uma universidade e querem continuar na área da pesquisa.

Undergraduate e Graduate

Não confunda: Undergraduate refere-se aos cursos de Degree, como se fossem os bacharelados e licenciaturas no Brasil. Os Graduate Certificates referem-se ao passo acima desse, para pessoas que já possuem algum tipo de graduação anterior.

Requisitos para entrar nas universidades

Para estrangeiros, os requisitos para entrar em um ensino superior no Canadá dependem do tipo de ensino escolhido. De qualquer forma é preciso comprovar a escolaridade (ensino médio para undergraduate certificate e de faculdade para graduate certificates, etc.). Além disso, é necessário comprovar proficiência na língua, através de provas como TOEFL e IELTS. Paralelo a isso, é preciso conseguir o visto de estudante e pagar a taxa de tuition, que deve ser feita com pelo menos seis meses de antecedência ao início do curso.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Itália: dicas de turismo, gastronomia e cultura em Roma, Milão e Florença

A Itália é referência em arte, cultura e história ocidental. Também é famosa pela sua culinária, pela sonoridade da língua italiana e pelos destinos turísticos que encantam milhões de estrangeiros todos os anos.

Dizem que “todos os caminhos levam a Roma” e se chegou a sua vez de desbravar esse país, nós vamos ajudar com dicas exclusivas de passeios nos principais destinos. Prepare o roteiro e aproveite o melhor que Roma, Milão e Florença têm para oferecer.

La Capitale: Roma

Capital da Itália e também do antigo Império Romano, a cidade de quase 3 milhões de habitantes é um verdadeiro museu a céu aberto. Por isso, a melhor forma de desbravá-la é a pé.

Quem chega pela primeira vez não pode deixar de conhecer os pontos turísticos mais famosos, como o Coliseu, a Fontana di Trevi e o Vaticano, que é o menor país independente do mundo e centro da Igreja Católica Romana.

Outros nomes para lembrar são Pantheon, Piazza del Campidoglio, Santa Maria d’Aracoeli, Piazza Navona, Piazza di Spagna e um passeio sem pressa pela região de Trastevere e Isola Tiberina.


A vida noturna romana também é agitada e boêmia. Além da boa gastronomia e dos milhares de restaurantes espalhados na cidade, as praças são os lugares preferidos dos romanos para socializar. E quem gosta de animação, há baladas todos os dias da semana, principalmente no centro, Trastevere e Campo de' Fiori.

A cosmopolita Milão

Milão é a ilustre capital da moda. Mas não é somente de tendências fashion que a cidade é feita: é também uma das mais cosmopolitas da Itália. Afinal, além de centro financeiro e comercial do país, ainda é referência em arquitetura, design, história e arte.

Com um ritmo acelerado, semelhante ao de Nova York, a capital da Lombardia oferece dezenas de passeios aos turistas. Não dá pra deixar de conhecer a igreja gótica Duomo e seguir para a Galeria Vittorio Emanuelle, que além da bela estrutura arquitetônica reúne ótimos cafés e lojas de grife.


Quem gosta de ópera pode assistir apresentações no Teatro Scala ou ao menos fazer um passeio guiado pelo prédio. Além disso, ninguém pode deixar a cidade sem apreciar a “Santa Ceia”, de Leonardo da Vinci, e caminhar pelo Quadrilátero da Moda, que abriga as maiores marcas e vitrines de luxo do mundo.
Depois de um dia de passeios e visitações, é possível esticar a programação as dezenas de bares e baladas em Isolda e Navigli. Principalmente no verão, as ruas ficam cheias de jovens de toda a Europa e repletas de muita animação.

Florença: patrimônio renascentista

Uma joia de inestimável valor histórico e cultural, o município de Florença é a capital da idílica região da Toscana. É a cidade natal de Dante Alighieri, da Divina Comédia, e da famosa família Médici. Entre suas construções originais e ruelas antigas também estão obras de artistas como Leonardo da Vinci, Sandro Botticelli e Michelangelo.

Firenze, como é chamada pelos italianos, tem uma lista de pontos turísticos imperdíveis, como a Ponte Velha, o Palácio Velho (Palazzo Vecchio), o Mercado Novo, a Duomo o Battistero di San Giovanni, a catedral Santa Maria del Fiore, a Basília Santa Maria Novella, a Piazza della Signoria e a Galleria degli Uffizi.


 A melhor forma de sentir o espírito dessa cidade é caminhando e se perdendo pelas pequenas vias e atalhos. Em poucos passos, você irá se deparar com maravilhosas surpresas.

Além disso, a vida noturna se divide entre as atrações de gastronomia e bares ao ar livre e algumas baladas espalhadas pelo centro histórico e pelos bairros fora da cidade antiga. Há ainda muitos teatros e óperas ao ar livre e passeios noturnos de barco. Ou seja: só vai dormir cedo quem quer.


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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Horários, passeio e valores: veja o que mudou em Machu Picchu.

Governo peruano estabeleceu novas regras em Machu Picchu. Conheça-as.

Quem mora na América do Sul sabe: poucos lugares são tão belos e enigmáticos quanto a cidade abandonada de Machu Picchu, no Peru. Berço do Império Inca, este local faz inúmeros historiadores e antropólogos quebrarem a cabeça para entender o que realmente se sucedeu ali. Independentemente disto, o local que está localizado a 2,4 mil metros de altitude, em cima de uma montanha, atrai milhares de turistas de todo o mundo durante todos os anos. Contudo, a administração local – o Ministério da Cultura do Peru – alterou algumas regras de visitação a Machu Picchu.


Mudanças buscam preservar o local

As novas leis tiveram início em 1º de julho deste ano e vão até o final de dezembro. O principal objetivo do Ministério peruano foi diminuir ao máximo o impacto que o turismo traz para o local, principalmente na questão da preservação do patrimônio cultural. Com as novas leis, os turnos de turismo alteraram os horários de visitação. Pelo período da manhã é possível visitar as ruínas de 6 h ao meio-dia local e, na sequência, do meio-dia às 17h30, com antecipação por parte dos turistas na escolha de um dos turnos.

Ou seja: passar o dia inteiro em Machu Picchu requer dois tíquetes e não apenas um, como nas regras anteriores. O número máximo de pessoas também foi estabelecido: são 3.267 no turno da manhã e 2.673 após o meio-dia, não sendo possível mais que 5.940 pessoas por dia no local turístico. Por fim, o limite de permanência na cidade pré-colombiana varia entre quatro a sete horas.

Outras mudanças

O que também impactou diretamente o turismo no local é a obrigatoriedade de guias turísticos. Assim, nenhum turista poderá conhecer o local sem o acompanhamento de um profissional habilitado. Os únicos locais que não necessitarão dos guias são as montanhas ao redor do parque, como a formação rochosa de Huayna Picchu. Dentro da cidade abandonada, os grupos guiados pelo profissional deverão conter, no máximo, 20 pessoas.


Foram apresentados três circuitos para os visitantes, cada um com sua especificidade. O primeiro contorna todo o local, sendo o mais abrangente dos três. Já no segundo, é possível visitar o local onde se estabeleceu esta cidade pré-colombiana. Fechando a lista, o circuito três é feito sob medida para pessoas com dificuldades em andar e subir até o local, minimizando os efeitos que o ar rarefeito causa no organismo de muitos turistas.

Há ainda os itens proibidos – alguns foram mantidos. Mochilas e bolsas com tamanho superior ao determinado pelo Ministério não entram no parque, assim como comidas e bebidas. Até mesmo sapatos com determinados solados e tamancos com salto estão proibidos durante a visitação. Antes de entrar em Machu Picchu, confira o guia e veja se há itens que impedem a entrada do turista no local, evitando futuros contratempos.


Por fim, os ingressos podem ser comprados pela internet ou em lugares específicos na cidade de Cuzco, por cerca de R$ 150 na cotação atual do Real, com mil ingressos promocionais diários que custam em torno de R$ 100. Para visitar as montanhas que rodeiam Machu Picchu, o valor é um pouco mais alto: R$ 200. Por isso, conhecendo as mudanças, programe-se bem e conheça (ou reveja) uma das mais espetaculares civilizações do nosso continente.


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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Destino da semana: Malta.

Malta oferece inúmeras opções e pode ser o destino ideal para seu intercambio. Veja os motivos.

Já pensou conhecer um local que une a tradição milenar ocidental, belezas paradisíacas e diversidade no idioma, costumes, cultura e culinária, tudo apenas numa ilha? Se você gostou destas características, então precisa conhecer Malta, país europeu que está situado no Mar Mediterrâneo, tendo como principais vizinhos a Itália e a Tunísia (na África). Quer saber mais sobre esse país? A BEX separou as vantagens para você conhecer este lugar deslumbrante.



1. Arquitetura e história maltesa

A primeira dica de passeio é conhecer as inúmeras construções históricas que o país tem de sobra. Os templos megalíticos de Malta, por exemplo, estão lá desde a Idade do Bronze, há mais de 5 mil anos. Para quem é religioso, a Saint John’s Co-Cathedral, em Valeta (capital), ou Igreja de São João, é um espetáculo arquitetônico a parte – construída ainda no século XVI é a expressão de um dos países mais católicos do território europeu (estima-se que 94% da população esteja voltada ao Vaticano).
  

Há, ainda, os templos de Ggantija, que também data do período neolítico, utilizado para cultos de povos que estiveram na ilha há mais de cinco milênios; Hagar Qim, um local misterioso encontrado há poucos séculos; Hal Safieni, um templo subterrâneo com uma arquitetura impressionante, principalmente por ser feito antes de Cristo; e Tarxien, que fecha a longa lista de lugares históricos.

2. Inúmeros pontos turísticos

Quando falam ‘Lagoa Azul’, você pensa no filme, certo? Malta tem seu próprio ‘Blue Lagoon’, um dos locais mais fascinantes que a natureza pode proporcionar no continente europeu. Para chegar até a lagoa azul é preciso de uma balsa que te levará para Gozo. E não é apenas a água límpida que deslumbra: sua formação rochosa, com peças vulcânicas, dá um ar de leveza e contanto com a natureza.


Uma comunidade de pescadores também é um dos atrativos mais charmosos da ilha. A vila Marsaxlokk é um local para quem gosta de frutos do mar e uma maneira simples de viver a vida. Um ótimo local para turistas, pois os malteses desta região (e como um todo, é claro), são muito receptivos e oferecem o que tem de melhor para as visitas. O local em si é completo e perfeito para quem busca novas experiências.



3. Diversão em Malta? Tem de sobra.

No seu intercâmbio não pode faltar diversão. E a noite de Malta é uma infinidade de opções e curtições. O destaque fica por conta do estonteante palácio que abriga o Dragonara Casino, localizado em Saint Julians. Se você nunca foi a um cassino, o Dragonara é uma ótima opção para se divertir – apostando ou não. Já em Qawra, para quem gosta do bom e velho rock and roll, há o Simon’s The Elvis Tribute Bar, local dedicado ao rei do gênero, Elvis Presley – que pode ser o local ideal para seu drink.

Em Paceville há um bar específico para os amantes de vodca, o Qube, com mais de 60 opções aromatizadas. Isso sem contar nas inúmeras baladas: Havana, Footloose e Plush se destacam na região. Há, ainda, a Nativa, que oferece aulas de sala gratuitas para os turistas. Tudo isso faz parte de uma vida de diversão e agitação em Malta. 

Gostou? Então venha com a BEX Intercâmbio Cultural e conheça mais de um dos territórios mais antigos e belos da Europa.


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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

5 razões porque você deve fazer um intercâmbio antes de terminar a faculdade

Um intercâmbio é o sonho de muitos estudantes universitários que buscam crescer como pessoas e como profissionais. Entretanto, por diversos motivos, muitos deles acabam não perseguindo ou não colocando este desejo em prática. Depois de ler este artigo que preparamos para você, que sonha em fazer um intercâmbio, certamente você não irá mais perder tempo. A hora de conhecer o mundo é agora!


Veja 5 motivos pelos quais você deve fazer um intercâmbio antes mesmo de concluir a sua faculdade.


1 - É fundamental para o seu currículo ao ingressar no mercado de trabalho

Um profissional que tenha feito cursos de capacitação no exterior ou intercâmbios são sempre mais bem-vistos pelos recrutadores das empresas. As razões são bastante claras: o domínio de uma segunda língua, a capacidade de se adaptar a novos ambientes, desafios, culturas e à distância de casa, o contato com outros mercados e profissionais estrangeiros que podem ser de grande ajuda, entre outros. Além disso, grande parte das maiores empresas brasileiras têm capital externo, e o contato com o país de origem da companhia conta como um diferencial.
  


2 - Consolida o aprendizado de uma segunda (ou até terceira) língua

Quem viaja para o exterior em um intercâmbio está consolidando o conhecimento em novos idiomas, algo que pode ser muito útil no curso em que se estuda e na vida, de forma geral. Em certos países, você terá a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos em até mais de um idioma. Por isso, aproveite!


3 - A faculdade é o melhor momento para se viajar

Use sua sabedoria: o momento mais indicado para se fazer um intercâmbio é durante a faculdade. É a parte da vida em que se tem a força da juventude, a vontade de aprender e a coragem para conhecer. Após o curso, é preciso lutar contra o acirrado mercado de trabalho, e o intercâmbio pode não ser a melhor escolha para o momento pós-formatura. Depois dessa etapa, muitas pessoas se casam ou arrumam empregos que dificultam a realização das viagens. Não deixe para amanhã!



4 - Viajar hoje é mais fácil e barato

Nunca esteve tão fácil e barato viajar como se está hoje. As burocracias diminuíram, os países aceitam mais brasileiros e as universidades estão mais receptivas a intercambistas. Além disso, passagens aéreas e outras despesas se tornaram mais baratas com a popularização de empresas “low cost”. Vá até a agência, negocie, e encontre o intercâmbio ideal para você ou seu filho!



5 - Há uma infinidade de programas para universitários!

Se você ainda é um universitário, há muito mais opções de programas de intercâmbio para se escolher do que você imagina, desde curso de idiomas para iniciantes a avançados, como cursos de idiomas para a área de administração, direito, engenharia, medicina, etc, até cursos de especialização em universidades.



O intercâmbio é uma das melhores escolhas que uma pessoa pode fazer na vida. Faça enquanto ainda é estudante e nunca se esqueça das experiências vividas e das pessoas que conheceu!


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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

10 comidas saborosas que você não pode deixar de experimentar em Nova York

New York, New York! A cidade é o principal destino turístico dos Estados Unidos e é considerada a capital do mundo e a cidade que nunca dorme. Lá você pode encontrar tudo que você pode imaginar no quesito moda, lojas, restaurantes, experiências, lugares para visitar. No post de hoje, vamos lhe contar quais são as 10 comidas e restaurantes que você não pode deixar de experimentar em Nova York.

1 - BUBBA GUMP SHRIMP

Se você ainda não assistiu o filme Forest Gump, é altamente indicado você assistir antes de visitar esse restaurante. A rede foi criada e inspirada no filme. O Bubba Gump Shrimp, como o próprio nome já diz, é especializado em camarão e fica localizado bem pertinho da Times Square, um dos lugares mais badalados da Big Apple.
Endereço: 1501 Broadway



2 - OLIVE GARDEN

Os apaixonados pela comida italiana definitivamente não podem deixar de visitar esse restaurante. Eles oferecem um menu muito variado e completo, com pratos que muitas vezes dá pra dividir por duas pessoas, dependendo da fome. O preço é justo e a comida é bastante saborosa. Indicamos aqui a parmegiana, as massas ou o Tour Italy, onde você pode aproveitar para provar os 3 principais pratos do menu
Endereço: 2 Times Sq



3 - MAGNOLIA BAKERY

Especializada em cupcakes, a Magnolia Bakery é um lugar imperdível. Fica próximo ao Rockefeller Center, e como o lugar é bastante pequeno, indicamos você pegar uns cupcakes e ir comer nos bancos do Rockefeller. É um sabor incrível que derrete na boca.
Endereço: 1000 Third Avenue


4 - ADRIENNE’S PIZZA BAR

Se o cardápio escolhido foi pizza, indicamos esse restaurante, que tem sido considerado uma das melhores pizzas de Nova York.
Endereço: 54 Stone St



5 – CHELSEA MARKET – GIOVANNI RANA

Outra opção para massas, esse restaurante fica dentro do Chelsea Market, que é um mercado indoor com muitas coisas diferentes, restaurantes, padarias, cafés. A massa do Giovanni Rana tem fabricação própria e é deliciosa.

6 - CHELSEA MARKET – LOBSTER PLACE

Quer uma lagosta para o almoço ou janta? Não pense duas vezes e vá até o Lobster Place. Eles tem preços um pouco mais em conta que a rede Red Lobster, que fica localizada na Times Square.



7  - BRUNCH

A famosa mistura de café da manhã com almoço, o delicioso BRUNCH pode sim ser saboreado em NY. Nós indicamos o Balthazar, localizado no Soho. O menu é realmente completo com pratos da culinária francesa. O preço é bastante salgado, mas vale a experiência de tomar um brunch pela primeira vez. Você pode inclusive fazer reserva para não precisar esperar.
Endereço: 80 Spring St

8 - SHAKE SHACK

Se você está procurando uma boa rede de fast-food para comer um Burger, esqueça o Mc Donalds e vá direto ao Shake Shack. Um dos mais famosos, saborosos e você pode encontrar, dependendo do horário, filas para comprar esse lanche. Mas vale a pena esperar!

9 - ICE CREAM SANDWICH

É isso mesmo, um sanduíche feito de sorvete. Você não pode deixar de provar. Indicamos a Melt Ice Cream para experimentar essa delícia. Há 5 filiais na cidade, mas vamos dar o endereço da mais próxima do Chelsea Market.
Endereço: Chelsea Market, 88 10th Ave


10 - PANERA BREAD

Uma padaria que serve sanduíches, saladas e sopas. É uma boa opção para uma refeição mais leve. Você pode escolher meio sanduíche e meia porção de salada, por exemplo. O mesmo com a sopa. Vale conhecer esse local.
Endereço: 330 7th Ave



Tem mais alguma dica ou ainda tem dúvidas? Deixe um comentário e boa viagem!
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Destino da semana: Chile

O destino da semana te levará para um lugar bastante visitado e procurado na América do Sul: o Chile. O país proporciona diferentes experiências, pois o território engloba climas variados, o que resulta em pontos turísticos que vão de temperaturas negativas, na Patagônia, ao calor insuportável no Deserto do Atacama. No Chile você pode encontrar bons vinhos, ótimos lugares de compras, muita história e cultura!

A culinária possui comidas típicas, e nós indicamos o Pastel de Choclo, que é tipo um escondidinho, o ceviche, as empanadas e, claro, o assado chileno!

1 SANTIAGO DO CHILE

Vamos começar pela capital, que é uma passagem obrigatória para quem quer visitar o país. Se você tem pouco tempo na cidade, indicamos que você visite pelo menos o centro, que dá para montar um roteiro a pé, incluindo visitas a museus como o La Chascona, uma das casas de Pablo Neruda, ao mercado central, uma passada no Cerro San Crisóbal, que tem uma vista linda da cidade. Além disso, você pode incluir no seu passeio a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico.

Para as baladas da cidade, indicamos a Balada Las Urracas e o El Subterraneo, que tocam reggeaton e hip-hop. Os drinks em baladas são caros, por isso indica-se fazer uma rodada de drinks em bares da cidade antes de seguir com a festa.

Saindo da cidade e indo para a neve, Santiago pode te proporcionar isso também. Entre julho e final de setembro, pode subir sem dúvidas que você verá a neve e as estações de esqui estarão na ativa.


2 VALPARAÍSO E VIÑA DEL MAR

Pode-se fazer um bate e volta da cidade de Santiago. Entre Valparaíso e Viña del Mar há apenas 9km e você pode pegar um metrô.
Em Valparaíso não deixe de pegar o Ascensor Cerro Concepcion para chegar ao topo para uma vista panorâmica lindíssima. É neste roteiro que você encontrará o Café Turri, nós não indicamos esse café, pois tem preços altíssimos porque o lugar é bastante turístico. Valparaíso proporciona muitas construções históricas e mirantes para admirarmos as belezas naturais e montanhas.


Já em Viña del Mar o ambiente muda. É um lugar cheio de praias e calçadas para passeios a pé. E se você gostar de flores, esse lugar conquistará seu coração.
Um dos símbolos da cidade é o Relógio de Flores e os jardins em volta que alegram os olhares de quem visita. Aproveite a beira mar da cidade para uma caminhada ou para andar de bicicleta.
  

3 PATAGÔNIA

Um dos lugares mais incríveis, a Patagônia fica parte no Chile e parte na Argentina. Vale muito a pena o passeio e lá você pode visitar locais como o Lago General Carrera, Punta Arenas, Terra do Fogo, Carreta Austral entre outros. Mas, se você tiver que escolher um lugar só, vá para as Torres del Paine.A Patagônica oferece atrações de turismo ecológico com paisagens incríveis e com roteiros bastante diversificados. Para explorar com detalhes a região é recomendado ficar 15 dias, mas é possível ver paisagens incríveis se você não disponibilizar de todo esse tempo.


4 DESERTO DO ATACAMA


Calor, calor, areia e areia. É bem como visto nos filmes, um deserto de verdade! Os aventureiros que visitam o Deserto do Atacama relatam o lugar como um dos mais surreais já visitados, lembre-se do protetor solar e das roupas de manga comprida para se proteger do Sol.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

10 coisas de só quem viaja aprende

Quem gosta de viajar está sempre atento às oportunidades de passagem ou emendando alguns feriados durante o ano. Viajar não significa ir longe: pode ser aquela pequena viagem de final de semana, de carro, de ônibus. Nem precisa sair do país para ser considerada uma viagem. Quem gosta de viajar normalmente topa qualquer cidade ou país que ainda não conheceu – basta ter uma oportunidade de ir.
E quem viaja sabe: tem coisas que a gente só aprende mesmo viajando, que não há em livros e nem nas aulas da faculdade. Tem coisas sobre a viagem que só a experiência de um viajante ensina. Vamos listar aqui 10 coisas que só quem viaja aprende.

1 NÃO EXISTE HORA CERTA PARA VIAJAR

Quem espera a hora certa para viajar, não viaja nunca. Pois sempre haverá outras prioridades chegando a todo o momento. Coloque a viagem como uma de suas prioridades e viaje sempre que houver oportunidade.

2 MENOS É MAIS

Esse aprendizado não se conquista na primeira viagem, mas sim depois de muitas. Viajar com menos bagagem faz muita diferença. Além de você perceber que precisa de poucas coisas para viver, muitas vezes as viagens proporcionam alguns perrengues e se você tiver menos malas, tudo fica mais fácil.


3 COMPRE MENOS COISAS E MAIS EXPERIÊNCIAS

Quando você vai para a África do Sul e você pula no maior bungee jump do mundo e compra uma camiseta no Safari, o que você preferiria contar para os seus amigos?
Que pulou no maior bungee jump do mundo, correto? E isso vale para muitas experiências. Dê sempre prioridade para o que você pode viver e experimentar em vez de coisas que você pode comprar.


4 VOCÊ NÃO PRECISA SER RICO PARA VIAJAR

Você precisa de dinheiro para viajar, porém não precisa ser rico. Até porque durante a viagem você também precisa fazer escolhas. Não precisa comer no restaurante caro todos os dias da viagem, não precisa ficar no hotel 5 estrelas e não precisa alugar um carro em todas as viagens. O bom de viajar é viver o local, andar de transporte público, comer comidas típicas que normalmente são mais baratas.

5 APRENDER A FICAR PERDIDO

Se perder durante a viagem é um presente. Pois você sai do planejado e encontra pessoas, ruas, locais e paisagens que jamais teria imaginado. Os lugares mais incríveis da cidade muitas vezes estão fora da rota dos turistas.


6 APROVEITE A VIAGEM DEVAGAR

Se você é daqueles que visita 20 lugares diferente no mesmo dia durante a viagem, sinto lhe informar que você não viaja. Ir até o local, tirar a foto e passar para o próximo está longe de viajar. Esse ato só demonstra que você está preocupado em mostrar para os outros que você visitou o tal lugar. Visite os lugares com os olhos, sinta o cheiro, observe as pessoas e os detalhes que aquele lugar lhe proporciona.

7 TODOS OS LUGARES TEM ESPAÇO PARA TODOS

Você não precisa ser romântico para visitar Paris e nem gostar de carnaval para visitar o Brasil. Todos os países oferecem boas experiências para todos os tipos de pessoas. Perca o preconceito dos lugares e não generalize os lugares.


8 SAIR DO AUTOMÁTICO GERA AUTOCONHECIMENTO

Trabalho-casa, casa-trabalho. O piloto automático entre em ação rapidinha na nossa rotina. E isso faz com que não pensamos nos atos que tomamos. É como se virássemos robôs. E viajar nos retira desse modo automático. Faz com que todos os dias sejam diferentes, que precisemos nos desafiar de forma diferente a cada viagem. E isso faz com que nos conhecemos melhor.

9 A CORAGEM SUPERA O MEDO

Todos temos medos. Porém quando viajamos ficamos mais corajosos e conseguimos mais facilmente a enfrentar todos os medos. Seja de altura, de falar errado uma palavra, de viajar sozinho.


10 UMA VIAGEM NUNCA É IGUAL A OUTRA


Se você tem a oportunidade de visitar o mesmo país duas vezes, vá! Você poderá ir para diferentes cidades, visitar diferentes locais. Uma viagem nunca é igual à outra, seja pela companhia, pela temperatura, ou pela nossa época de vida.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Destino da semana: Alemanha

Nosso destino essa semana será a Alemanha. Por lá tudo que você encontrará é organização, limpeza, pontualidade (das pessoas, dos transportes públicos, dos eventos), muita história, cultura, museus e uma arquitetura belíssima!

Vamos embarcar nessa? Vamos apresentar algumas cidades e suas atrações!

Munique (München)

Sinônimo de Oktoberfest, Munique é uma das cidades mais visitadas do país. Ela oferece bons museus (Museu da BMW, Antiga Pinacoteca, Glyptothek) e ótimas cervejarias. Indicamos que você vá à cervejaria Weihenstephan e tome uma cerveja por lá. O local é incrível, localizado em um mosteiro antigo, no topo de uma colina e foi fundada em 1040.


Colônia (Köln)

A cidade é bastante grande e indica-se que você planeje pelo menos dois dias para visitação. A principal atração é a Catedral de Colônia que é uma mega construção no estilo gótico e demorou séculos para finalizarem a construção. Acredite se quiser, essa catedral resistiu à Segunda Guerra Mundial e suas bombas, de tão robusta que a construção é. Vale a pena conhecer! Outra coisa, não deixe de caminhar às margens do Rio Reno!


Frankfurt

Um dos pontos turísticos mais procurados é o Römerberg. Destaca-se pelas construções belíssimas e fica situado no centro antigo da cidade. Essa parte de Frankfurt foi bastante destruída durante a guerra, porém reerguida alguns anos depois.
É em Frankfurt também que você pode visitar a casa onde morou Johann Wolfgang von Goethe, uma construção muito luxuosa com memórias do escritor.
Uma dica de alimentação na cidade é o Klosterhof. Um restaurante super tradicional que fui fundado em 1936. Lá você pode experimentar as famosas salsichas com chucrute e de sobremesa pedir as panquecas alemãs doces.



Hamburgo (Hamburg)

Quando visitar Hamburgo não deixe de fazer um passeio de barco, pois essa cidade tem vida às margens do rio e tudo é ligado às águas.
O City Hall fica no centro da cidade e vale a caminhada a pé para observar os detalhes deste prédio incrível. Se você preferir entrar, é possível. Há visitação guiada e, acredite, se você acha que por fora o prédio é bonito, por dentro ele pode lhe surpreender!
E se você está em Hamburgo e é fã dos Beatles, não pense duas vezes antes de fazer o Beatles Tour. O passeio te leva para lugares que a banda tocou antes de fazerem sucesso, mostrando muitos detalhes da trajetória dos Beatles.


Berlim (Berlin)

Se é agito e balada que você procura na Alemanha, Berlim é uma cidade que você não pode deixar de visitar. Indicamos a Balada Tresor Club em Berlim, conhecida como a primeira casa tecno na cidade, Balada Weekend em Berlim, localizada no topo de um prédio, além de muita música boa, essa festa proporciona uma vista incrível.


Além disso, você pode visitar as inúmeras galerias de arte contemporânea e os eventos culturais que a cidade proporciona!


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O que você não pode deixar de comer !

Chucrute

Podemos encontrar no Brasil também, mas já que está na Alemanha, vale experimentar uma receita original. É ua prato de repolho fermentado bastante famoso na culinária alemã.



Joelho de Porco

Eisbein é como é chamado por lá. É servido frito ou assado e normalmente é servido com chucrute.



Wurst

A salsicha que para os brasileiros não tem nada a ver com salsicha. Ela é bastante saborosa e é feita com carnes nobres. Não é difícil de encontrar na Alemanha, é vendido como cachorro quente em barriquinhas espalhadas pela cidade.



Strudel de Maçã

E para a sobremesa, não pode faltar a torta de maçã original, com canela e passas. É muito popular e bastante saborosa!


Tem mais alguma dica ou ainda tem dúvidas? Deixe um comentário e boa viagem!
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