Fique por dentro!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Destino da semana: Argentina

O destino da semana é um país famoso por suas encantadoras cidades. Estamos falando da Argentina, segundo maior país da América do Sul e um dos destinos mais visitados por brasileiros.

Foi lá também que nasceu o tango, estilo musical que deu origem a uma dança muito popular em todo o mundo. Por isso, agora você vai conferir os principais pontos turísticos das cidades de Buenos Aires, Córdoba, Mendonza, Bariloche e Usuhaia para aproveitar ainda mais a sua viagem a esse país tão querido.

Buenos Aires

Buenos Aires, capital da Argentina, é um dos destinos mais procurados e possui uma arquitetura muito charmosa. Confira diferentes atrações turísticas da cidade:

•             Casa Rosada: sede presidencial da Argentina e um dos principais símbolos do país;
•             Plaza de Mayo: palco de diferentes manifestações populares;
•             Obelisco: comemoração aos 400 anos da fundação da cidade;
•             Avenidas 9 de Julho e Corrientes;
•             Caminito: rua-museu cujo nome deriva de um tango;
•             Teatro Cólon;
•             MALBA (Museu de Arte Latinoamericana), Museu do Bicentenário e Museu Nacional de Belas Artes;
•             Cemitério da Recoleta: onde estão enterradas algumas celebridades argentinas;
•             Área portuária de Puerto Madero;
•             Delta do Tigre: passeio de barco;
•             Parques públicos, como os Bosques de Palermo;
•             Dica extra: aproveite para visitar os locais onde acontecem apresentações de tango.

Buenos Aires

Córdoba

Córdoba é a segunda maior cidade argentina e se localiza a 700 km de Buenos Aires. Confira suas principais atrações turísticas:

•             Mercado Norte ou Mercado de la Ciudad;
•             Plaza San Martín: onde fica localizados a Catedral de Córdoba e um monumento a José de San Martín;
•             Cripta Jesuítica e Manzana Jesuítica;
•             Palácio da Justiça, na Praça 6 de Julho;
•             Paseo El Buen Pastor: centro cultural;
•             Museu de Bellas Artes;
•             Palácio Ferreyra;
•             Paseo del Bicentenario e Parque Sarmiento.

Iglesia del Sagrado Corazon, Córdoba

Mendonza

A cidade de Mendonza é famosa pela oferta de vinhos e pela paisagem montanhosa. Conheça os principais pontos turísticos da cidade:

•             Avenida Arístides Villanueva: intensa vida noturna;
•             Visitas guiadas às vinícolas da região e degustação de vinhos;
•             Cerro da Gloria: vista geral da cidade;
•             Puente del Inca, Puente Picheuta e Aconcágua: localizados fora da cidade;
•             Praça Independencia;
•             Museo Histórico General San Martín, Museo del Area Fundacional, Museo del Pasado Cuyano e Museo Municipal de Arte Moderno;
•             Lazer: rafting (descida de corredeiras em botes), rapel, tirolesa, cavalgada, mountain bike e escalada.

Puente del Inca

Bariloche

Se você vai desembarcar em Bariloche, confira seus principais atrativos:

•             Cerro Campanário e Cerro Otto: vista da cidade;
•             Rua Mitre: centro de Bariloche;
•             Centro Cívico: possui um monumento a Julio Roca e abriga o Museu da Patagônia;
•             Catedral de Bariloche;
•             Museu do Chocolate;
•             Estações de esqui: há diversas opções, entre elas o Cerro Catedral e Piedras Blancas.

Cerro Campanário 

Ushuaia

Ushuaia é a capital da província da Terra do Fogo, uma das cidades mais ao sul do planeta. Para quem optou por conhecer essa pequena e interessante de cidade, esses são algumas atrações turísticas do local:

•             Complexo do Museu Marítimo de Ushuaia: antigas prisões militares;
•             Trem do Fim do Mundo: com várias paradas, inclusive na cachoeira La Macarena e no Parque Nacional da Terra do Fogo;
•             Galeria Temática da História Fueguina: conta a história dos povos da região;
•             Plaza Malvinas.

Porto de Ushuaia

 Desejando estudar espanhol na Argentina?  Veja esse pacote em Buenos Aires:  http://www.bex.tur.br/programas/estudar/programa/curso-de-espanhol-em-buenos-aires-expanish

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Viajar de trem pela Europa

As melhores dicas para aproveitar ao máximo gastando pouco

Então, você está no meio do intercâmbio e resolve que é hora de mochilar pela Europa. Afinal, o que poderia ser melhor do que estudar, explorar e se divertir ao mesmo tempo? Viagens, sejam elas pequenas ou grandes, são formas de imergir na cultura e olhar o país sob o ponto de vista local.

Viajar de trem é uma opção para quem tem tempo e está disposto a fazer o trajeto mais longo, mas também mais imersivo. Além disso, sempre é uma forma de puxar conversa e treinar o idioma. 

Anote nossas dicas e aproveite a viagem:

1) Planejamento

Para comprar passagens de trem baratas na Europa, você precisará de um pouquinho de organização. Não porque não seja possível encontrar passagens disponíveis todos os dias, mas porque a diferença de preço entre uma passagem comprada duas semanas antes da viagem e outra, com 90 dias de antecedência, é gritante. A segunda opção sempre ganha. Então, programe a viagem. Um pouco de planejamento vai te ajudar a aproveitar muito mais. (Ah, não esqueça de perguntar sobre as possibilidades de reembolso, caso algo dê errado e você resolva não ir).


2) Newsletter

Inscreva-se nas newsletter das principais companhias, entre elas a Deutsche Bahn (Alemanha), a Trenitalia (Itália), Renfe (Espanha), CP (Portugal), CD (República Tcheca), ÖBB (Áustria) e a Voyages-SNCF (França). Essa é uma forma de ficar por dentro das principais promoções que costumam acontecer com o prazo que citamos acima, ou até com 120 dias de antecedência.


3) Horários noturnos

Viajar de noite pode não ser a melhor opção para quem quer apreciar as belas paisagens europeias, mas é uma excelente opção para quem quer economizar. Os horários noturnos são excelentes para aqueles que não conseguiram se planejar, porque eles costumam sair mais barato mesmo sem antecedência.


4) Passe multipaís ou bilhete separado

É possível comprar um único passe de trem e viajar por 28 países diferentes, incluindo países como Turquia, Sérvia e Grécia. Contudo, essa pode não ser a opção mais barata. Existem as vantagens como, por exemplo, se houver de 2 a 5 adultos viajando juntos, descontos de 15%. Com o bilhete múltiplo, você também não precisa se preocupar com horários, mas podem haver taxas extras como reserva de assento. Se a ideia for viajar barato, a comodidade do passe multipaís pode não ser interessante. Tudo vai depender do seu roteiro estar definido ou aberto.

5) Bagagem

Não existe check-in para bagagens quando a viagem é de trem. Assim, basta chegar com 30 minutos a 1 hora de antecedência que será suficiente. O volume de bagagens não costuma ter limites, mas saiba que você terá que carregar e guardar sozinho as malas nos compartimentos. Geralmente não se encontra muito espaço disponível para colocar as malas nos vagões, portanto não exagere, leve apenas o necessário para ficar confortável. Recomendamos uma mala media e uma bagagem de mão.  


6) Leste Europeu

Os países do leste europeu podem ser uma grata surpresa para o viajante que quer economizar. Além disso, alguns destinos como Budapeste, Kiev e Liubliana são cidades de tirar o fôlego, que prometem experiências únicas, bastante diferente dos destinos tradicionais. Dê uma chance para o novo e explore o Leste Europeu.



Gostou do nosso conteúdo e quer saber mais sobre intercâmbios e viagens? Entre em contato conosco. Você pergunta, nós respondemos.  

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Destino da semana: Japão, dicas de passeio e diversão que ninguém pode perder

Para quem mora ou já esteve em São Paulo, Tóquio pode ser definida mais ou menos assim: a agitação paulistana multiplicada por dez, somada a aproximadamente 12 milhões de habitantes, permeada pela gastronomia e marcas de roupas mais importantes do mundo, gente de todos os lugares, áreas verdes com aquele “toque” oriental e a organização japonesa.


Por isso, apresentar os melhores lugares para ir e para se divertir não é tarefa fácil. Mas, vamos tentar dar algumas opções bem recomendadas e deixar opinião e novas descobertas para aqueles que chegarem à terra do sol nascente.

1 – Mercado Tsukiji

Conhecido pelos seus leilões de atum, que são arrematados pelos comerciantes e podem alcançar cifras altíssimas em dólares, o mercado é bastante tradicional e fica no centro da capital japonesa, próximo do bairro de Ginza. Tem fácil acesso à estação de metrô.


As atividades iniciam na madrugada: às 3 da manhã o mercado já está aberto. E o falatório dos leilões começa pouco após as 5 da manhã.
Amantes da comida oriental não costumam se decepcionar com as inúmeras opções da culinária japonesa servida no mercado. É tirar a manhã para se deliciar, especialmente com os peixes e frutos do mar!

2 – Palácio Imperial

Há duas datas no ano nas quais os japoneses podem adentrar os jardins internos da morada do imperador e sua família, para vê-los.
Nos demais dias do ano, é necessário agendar pela internet um tour ao Palácio Imperial para conhecer esta que é uma construção do período em que Tóquio era dominada por xoguns e chamada Edo. É uma construção típica deste período.
É importante lembrar que as visitas são guiadas e os funcionários as conduzem em japonês. Então, é um bom incentivo para aprender a língua, ao menos o básico, para conseguir entender. Com o tempo, é possível repetir o passeio para avaliar o quanto houve desenvolvimento no aprendizado na prática, que tal?


3 – Ageha

Ageha é uma balada com um espaço enorme na qual é possível dançar durante toda a madrugada.
Na pista de dança principal cabem 2.400 pessoas no agito. Na pista menor, 300 pessoas podem se chacoalhar principalmente com música eletrônica.
Há outras pistas menores com outros estilos de música. Ageha fica em ShinKiba, na baía de Tóquio. No site do megaclube a informação é de que passam em Ageha 200 mil pessoas ao longo de um ano. Vale conferir!


4 – Templo Meiji Jingu

O templo tem uma área verde bonita e bem cuidada que se torna um ambiente de tranquilidade no meio da agitação urbana.
É um local que preserva o xintoísmo, considerada a religião nativa dos japoneses. Seu nome, Meiji, foi dado em homenagem a um dos imperadores japoneses de grande expressividade.
A construção foi totalmente destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Com a arrecadação de doações e com as conhecidas disciplina e perseverança do povo japonês, o templo foi reconstruído e hoje é um dos cartões de visitas de Tóquio.


 Está querendo aprender japonês no Japão? Confira essa opção de curso:

http://www.bex.tur.br/programas/estudar/programa/curso-de-japones-em-toquio-kudan

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

12 dicas para fazer uma viagem organizada



Viajar é a única coisa com a qual você gasta dinheiro, mas que mesmo assim lhe deixa mais rico. Esse ditado faz todo sentido e reflete o significado de uma experiência como essa. Mas você que está pensando em fazer uma viagem, talvez ache que não é tão fácil assim. Por isso, separamos 12 dicas incríveis que vão tornar esse processo mais simples para você desencanar e aproveitar!

Veja a seguir como viajar de forma organizada e sem dores de cabeça:

1.            A escolha do destino: Vale olhar na internet, em guias de viagem, procurar pessoas que já foram. É importante você ter, no mínimo, uma noção básica do local, como é a infraestrutura, os meios de locomoção, as hospedagens.

2.            Faça um itinerário: Ao escolher o destino, liste os pontos turísticos que você quer conhecer. Divida esses pontos nos dias que você estará na cidade/país, fazendo um itinerário mesmo, de preferência com o endereço completo de cada local.

3.            Se a viagem for internacional, vale a pena comprar um chip lá para fazer as ligações locais ou para usar a internet sem grandes problemas.

4.            Tenha sempre uma bolsinha estilo porta-dolar, mas para deixar por dentro da calça com passaporte, documentos e dinheiro. Assim você viaja mais tranquilo e seguro. Na BEX, todo cliente recebe um desses antes do embarque.

5.            Faça uma lista com pelo menos uma semana de antecedência com tudo que você precisa levar ou organizar antes da viagem. Vá riscando os itens conforme eles sejam resolvidos ou colocados na mala.
 

6.            Organize bem o seu orçamento. Primeiro, coloque na ponta do lápis qual o valor total que você pode/deseja gastar nessa experiência. Depois divida quanto vai para a passagem, hospedagem, passeios, compras. Isso evita surpresas desagradáveis, ninguém merece voltar de viagem com o cartão de crédito estourado!

7.            Se você for viajar para o exterior, converse com seu gerente bancário para habilitar uso internacional para o cartão de crédito, ou obter um novo cartão caso a primeira opção não seja possível. Mas sempre leve dinheiro em espécie também.

8.            Verifique se o local para onde você vai exige alguma vacina específica. Esse é um detalhe importante que muitas pessoas se esquecem de observar. O mesmo vale para o prazo de validade do passaporte e do visto.

9.            Arrume as malas com peças básicas e de cores neutras, que combinem entre si. Essa é a melhor maneira de não precisar levar um volume absurdo e, mesmo assim, conseguir se vestir para qualquer ocasião.

10.          Fique atento para as normas de segurança do aeroporto: elas dizem o que pode ou não ser levado e isso evita que você precise se desfazer de algum pertence.


11.          Para a viagem, escolha a roupa mais confortável possível, especialmente se for encarar um voo de várias horas.

12.          Conte com uma agência de turismo e intercâmbio especializada. A BEX tem mais de 25 anos de mercado e é credenciada da BELTA, associação que regulamenta agencia de intercâmbio no Brazil e tem . Parece clichê, mas faz toda a diferença ter uma equipe profissional para ajudar a organizar alguns detalhes da viagem. Além disso, são pessoas com experiência, que podem dar outras dicas para melhorar ainda mais o seu passeio.


 Desejando maiores informações sobre pacotes de intercâmbio? Acesse http://www.bex.tur.br

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Entenda o sistema educacional na Austrália


A Austrália, situada na Oceania, é o sexto maior país do mundo, pois suas dimensões continentais, ultrapassam os 7 milhões de quilômetros quadrados. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 1,205 trilhão e um IDH considerado muito elevado – numa escala de 0 a 1, o índice de desenvolvimento australiano chegou a 0,939 em 2016. Estes fatores fazem com que o país seja o destino de muitas pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida.


O sistema de saúde (Medicare), cujo cuidado e instalações são de nível internacional, além da baixa criminalidade, contribuem para que o IDH do país seja elevado. Tudo isso faz com que a expectativa de vida do australiano, chegasse aos 91 anos para homens e 93 anos para as mulheres, no ano de 2015.

Quando se fala de educação, os resultados não são diferentes. A sua taxa de alfabetização chegou a mais de 99%, segundo dados de 2016, graças a um aporte do governo que destina cerca de 5% do PIB diretamente para a educação. Isso garante uma qualidade no ensino mesmo em escolas públicas, que, segundo Vitor Sant, brasileiro residente na Austrália, representa 99% dos alunos australianos ou estrangeiros.

A educação básica

Na Austrália, tudo começa com a pré-escola e depois o jardim de infância (também chamado de preparatório). Após essa etapa, o aluno ingressa no primário, secundário e finalmente o secundário sênior (equivalente ao ensino médio ou High School), que por lá chamam apenas de colégio. Todo esse tempo dura, até chegar à universidade, em média, 13 anos.


 Algumas características básicas de colégios australianos são: o limite de alunos em cada sala (máximo 30), aulas individuais para alunos que sintam algum tipo de necessidade, e o alto nível tecnológico, pois todas as escolas possuem computadores com acesso a internet. Além disso, com um programa chamado “Melhores resultados”, alunos que se destacam conseguem estudar matérias de nível universitário, adiantando créditos.

O nível superior

Como não existe o vestibular, outros pré-requisitos são utilizados na Austrália para permitir ou não a entrada de novos alunos. Para os australianos, após a conclusão do high school, os alunos são submetidos a exames e podem receber um certificado de qualificação, que é aceito por todas as universidades australianas e algumas internacionais.


No caso dos estrangeiros, pede-se que o aluno tenha cursado ao menos um ano de graduação (undergraduate) em alguma universidade reconhecida pela Austrália. Isso poderá ser substituído por um curso técnico australiano ou um preparatório para universidades, conhecido como Foundation Year. Outro requisito para estrangeiros é a fluência no inglês.

Para ingressar na pós-graduação, é necessário, como em qualquer outro local, ter finalizado os anos de universidade. Com isso, o aluno fará a pós-graduação (graduate), o que também engloba o Mestrado (Masters) e Doutorado (Doctorate). Após a conclusão dos cursos o aluno receberá um certificado de que possui o conhecimento necessário em determinada área.


O aluno ainda poderá escolher entre cursar uma modalidade conhecida como “double degree”, cujo propósito é que seja cursado duas graduações ao mesmo tempo; ou ainda o “concurrent programs”,  ou seja, um estudo complementar, como por exemplo matemática e educação fundamental. Assim, além do conhecimento no curso de exatas, saberá também como ensinar o que aprendeu.


Desejando maiores informações sobre pacotes de intercâmbio? Acesse http://www.bex.tur.br